Voar de balão na Capadócia, um sonho de Conto de Fadas.
Ir à Capadócia e não voar de balão é o mesmo de não ter ido. Não que a cidade não seja fantástica e não ofereça outras incríveis possibilidades. Na verdade só em estar lá, em meio aquelas formações rochosas e hospedar-se em hotel caverna, já é "diferentão", mas realmente para ver e sentir a magnitude daquele lugar, só mesmo estando lá no alto.
O voo de balão não é de fato um passeio barato, os valores variam de acordo com a empresa que você escolhe e a duração do passeio, mas certamente você não encontrará nada abaixo de 140,00 euros. Eu escolhi a KAPADOKYA BALLOONS (wwww.kapadokyaballoons.com) para fazer o voo, uma das pioneiras na Capadócia, e foi tudo simplesmente incrível. Provavelmente haverá empresas que façam mais barato, mas acredito que para a realização de algo tão único, valha a pena investir um pouquinho mais para que tudo saia perfeito.
Reservei meu voo ainda no Brasil, enviei um e-mail contactando a empresa (fly@kapadokyaballoons), mas só efetuei o pagamento no momento do voo. Caso não se sinta seguro para fazer a reserva sozinho, pode pedir para seu hotel fazê-la, mas é interessante sair do Brasil com o voo agendado, principalmente quem viaja na alta estação, e assim não correr o risco e não ter mais disponibilidade voo.
A Kapdokya Ballons oferece dois tipos de passeios.
- DELUX PROGRAM, que inclui: Transfer do Hotel para o local, café da manhã, champangne após o voo e um certificado, 1:30h de voo, e uma cesta com no máximo 16 pessoas. O valor: 250 euros
- STANDARD PROGRAM (que foi o que escolhi e fiquei super satisfeita), inclui: Transfer do hotel para o local, café da manhã, champangne após o voo e um certificado, 1h de voo e na cesta de 16 a 20 pessoas. O valor: 175 euros (Tive uma super sorte, mês de aniversário da empresa e consegui um desconto, o voo ficou por 125 euros.
Para o voo acontecer, é necessário que o clima esteja ideal, sem muito vento, por isso é interessante que se tenha mais de um dia na Capadócia, e tentar fazer o voo logo no primeiro dia, pois se não conseguir, você terá um segundo dia para tentar. E foi o que aconteceu comigo. Fomos até o local, começaram a inflar os balões e quando fizeram o teste da velocidade do vento lá em cima, a pior notícia, os voos naquele dia seriam cancelados. Quase morro do coração, o medo de no dia seguinte não conseguir novamente, mas graças a Deus deu tudo certo e conseguimos fazer o voo no dia seguinte.
COMO É O VOO DE BALÃO:
O horário varia de acordo com a época do ano, de acordo com a hora que o dia amanhece, pois o mais lindo é estar lá em cima junto com o nascer do sol e o clima é mais favorável. Como estive na Capadócia no verão e o dia amanhece mais cedo, a empresa nos buscou no hotel, pontualmente, às 3:30 da manhã. Nos levaram para o escritório da empresa com muitos outros turistas, lá fizemos o pagamento (à vista ou cartão) e tomamos café da manhã. Em seguida eles entregam um certificado de segurança com o nome do "piloto" do balão, seguimos para a van que nos leva par o local do voo. No primeiro dia que fomos, acompanhamos até o balão enchendo, mas no segundo dia quando chegamos os balões já estavam praticamente cheios (acho que não quiseram perder tempo e arriscar a mudança do clima). E daí por diante é só curtir e se entregar a esse momento mágico e único. O voo em nenhum momento dá medo, pelo contrário, é tão suave que nem percebi quando o balão começou a subir.
Primeira tentativa, dia 1, os balões começando a ser inflados. Já dá uma ansiedade.
Segunda tentativa, e essa belezura de se ver.
E lá do alto esse presente de Deus.
E após o voo, como tradição no balonismo, um brinde com champagne pelo sucesso.
Terminado o voo eles nos levam de volta para o hotel. Chegamos por volta das 7h da manhã, lembrando que os horários podem variar de acordo com a época do ano. Foi simplesmente incrível, uma das melhores sensações da vida. Valeu a pena cada centavo, cada espera, acordar as 2h da manhã dois dias seguidos.
Ficou com vontade?! Vale super a pena!
Muralha da China: Como visitá-la em uma conexão em Pequim.
A Muralha da China, ou, a Grande Muralha, foi construída durante a época Imperial da História da China com objetivo de proteger a China contra a invasão dos povos do Norte. A construção começou por volta do ano 220 a.C, terminando apenas no século XV, durante a Dinastia Ming. A construção envolveu centenas de milhares de trabalhadores, soldados e camponeses e aproveitou outras muralhas antigas e estruturas militares (torres). Hoje ela possui 7 mil quilômetros de extensão, e é a única construção possível de ser visualizada da Lua.
VISTO TRANSITÓRIO DE 72 HORAS PARA A CHINA
A China é um país muito burocrático, e para visitá-lo é necessário solicitar o visto ainda no Brasil. O consulado da china fica no Rio e outro em São Paulo, e o processo pode ser realizado por um despachante. Mas, para a alegria de quem não pretende passar mais que 3 dias no país, é possível visitar Pequim apenas com um visto transitório de 72h. E foi isso o que aconteceu comigo, em uma conexão de 20h em Pequim, foi possível conhecer mais uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno.
Para obter o visto transitório é muito simples, ainda no avião você precisa preencher um cartão de embarque e desembarque, com dados pessoais, sobre o passaporte e a estadia na cidade (ou conexão). O único dado que, obviamente, ficará em branco é sobre o visto. O cartão deve ser entregue para o oficial da imigração. E assim que desembarcar, quando você se direciona para a imigração, vai ver logo um guichê só para o visto transitório. Basta apresentar a documentação e levar um carimbo chinês no passaporte.
Existem algumas regras simples para conseguir o visto transitório.
* Sua estadia em Pequim realmente deve ser de apenas 72 horas, contadas a partir do desembarque em solo chinês (com risco de prisão e multa alta se ultrapassar o prazo);
* O visto vale apenas para as cidades de Pequim e Xangai e você deve deixar a cidade pelo mesmo aeroporto onde desembarcou;
* Não é permitido deixar os limites da cidade;
* Para caracterizar o visto de trânsito, você deve deixar a China em direção a um terceiro país, diferente do de origem;
* Deve apresentar a passagem já comprada para outro país, com data e assento já confirmados.
COMO VISITAR A MURALHA DA CHINA
Os pontos mais famosos da Grande Muralha são em Badaling, Jiankou, Mutianyu, Jinshanling e Simatai. Partindo de Pequim, os pontos mais visitados são Badaling e Mutianyu. Enquanto Badaling é mais próximo, a 75km de Pequim o que torna bem mais turístico e lotado, Mutianyu é uma opção menos "turistona" e consequentemente menos visitado, mas considerado um dos pontos mais bonitos. Então, como eu queria evitar as multidões e teria tempo o suficiente de conexão, decidi conhecer a parte de Mutianyu.
É possível chegar até ela de ônibus e metrô, mas achamos mais prático devido as barreiras da língua e o tempo para conhecer outros lugares contratar o serviço de um guia.
Encontrei o Machael Dong pela internet, e entrei em contato com ele ainda no Brasil, eles nos buscou no aeroporto e nos levou até a muralha e depois a outros lugares de Pequim (centro e cidade proibida), e nos deixou de volta ao aeroporto para pegar o voo de conexão. O contato do Michel é +86 0 13671038062 e seu e-mail: china_cits@hotmail.com. Pagamos 1200 CNY no total (em torno de 600 reais), para ele passar o dia inteiro conosco. Como estávamos em 4 pessoas, ficou um bom valor.
Nosso guia, Michael Dong.
Para subir e começar a explorar a muralha o acesso é feito por um teleférico e depois é só caminhar e explorar ao máximo suas escadarias e torres.
Descida pelo tobogã, super tranquilo, a gen te é que controla a velocidade.
Valores para visitar a Muralha:
- Entrada: 45 CNY (22 reais)
- Teleférico: 15 CNY (8 reais))
- Descida pelo tobogã: 100 CNY (50 reais)
Para quem escolhe visitar a Muralha, na região de Badaling há algumas opções:
– táxi, que se for bem negociado, pode não sair muito caro;
– ônibus: você vai de metrô (linha 2) até a estação JiShui Tan e depois pegar ônibus 919, que te deixará lá;
– trem: você deve pegá-lo na estação Pequim Norte, Lá, apenas no andar térreo há guichês que vendem bilhetes para Badaling. Chegando em Badaling, você precisará caminhar uns 10 minutos a pé até o bondinho que leva ao alto da Muralha;
– ou, as dezenas de excursões que são vendidas para lá diariamente.
Eu não me arrependo de ter escolhido visitar a Muralha na região de Mutyanu, é um pouco mais distante, mas vale muito mais a pena, pois é uma parte mais genuína da muralha e sem lotação de turistas. Badaling, além de lotada, ela é meio fake, pois foi toda reformada para turista, tirando um pouco a naturalidade do local.
Chiang Rai e seu incrível Templo Branco.
Chiang Rai é uma cidade localizada ao norte da Tailândia. Na verdade, embora não seja tão famosa quanto a vizinha Chiang Mai, Chiang Rai tem atraído cada vez mais turistas. E o motivo principal é conhecer o famoso Wat Rong Khun ou o Templo Branco, como é mais conhecido.
A cidade foi fundada em 1262 pelo Rei Mangrai, tornando-se a capital da então Dinastia. Posteriormente, Chiang Rai foi conquistada por Myanmar, que governou Chiang Rai por centenas de anos. Só depois em 1786, tornou-se subordinada à Chiang Mai. E finalmente, em 1933, foi proclamada uma província da Tailândia.
COMO CHEGAR EM CHIANG RAI
Muitas pessoas optam por fazer um bate-volta saindo de Chiang Mai, que fica cerca de 3h de ônibus. Há passeios turísticos que duram o dia inteiro desde Chiang Mai, e que além de visitar o "Templo Branco", vai até tríplice fronteira que liga os três países: Tailândia, Myamar e Laos.
Eu, depois de muito pesquisar, optei por não fazer o "bate-volta" pois li que era muito cansativo e pouco interessante, então ao invés de comprar o voo saindo de Bangkok para Chiang Mai, peguei um voo direto para Chiang Rai, pernoitei na cidade e no dia seguinte, logo cedo, conheci famoso Wat Rong Khun(Templo Branco) e à tarde peguei um ônibus direto para Chiang Mai.
SOBRE O WAT RONG KHUN (Templo Branco)
O Wat Rong Khun mais conhecido como Templo Branco é um dos principais templos da Tailândia. Ao contrário da maioria dos templos turísticos do país, que são históricos e antigos, o Templo Branco é uma construção moderna e começou a ser erguido em 1998 e só será concluído em 2070.. Ele foi projetado por um artista local, Chalermchai Kositpipat, para ser tum templo tanto budista quanto hinduísta.
O exterior do templo é pintado de branco e cravejado de pedaços minúsculos de vidro. O gesso branco simboliza a pureza do Buda, enquanto os pedaços de vidro representam sua sabedoria. Ainda na parte externa, podemos ver duas esculturas representando o “portão do paraíso”: são estátuas com uma expressão bem forte e realística. Há uma ponte que liga a área externa ao templo, e ao atravessarmos essa ponte vemos crânios, mãos e figuras de demônios. Tudo isso representa a transição do inferno (o início da ponte) até o Nirvana (no caso, o templo), a partir da existência terrena (a ponte).
COMO VISITAR O TEMPLO BRANCO
O Templo está aberto das 6h às 17h, e a entrada custa 50 baths (5 reais)
O Templo Branco não fica dentro da cidade de Chiang Rai, fica a meia hora do centro da cidade. E ali mesmo, no centro, há o transporte local pode ser combinado o valor para o motorista levar e esperar. Ele fez a 300 baths (30 reais) 4 pessoas.
A cidade foi fundada em 1262 pelo Rei Mangrai, tornando-se a capital da então Dinastia. Posteriormente, Chiang Rai foi conquistada por Myanmar, que governou Chiang Rai por centenas de anos. Só depois em 1786, tornou-se subordinada à Chiang Mai. E finalmente, em 1933, foi proclamada uma província da Tailândia.
COMO CHEGAR EM CHIANG RAI
Muitas pessoas optam por fazer um bate-volta saindo de Chiang Mai, que fica cerca de 3h de ônibus. Há passeios turísticos que duram o dia inteiro desde Chiang Mai, e que além de visitar o "Templo Branco", vai até tríplice fronteira que liga os três países: Tailândia, Myamar e Laos.
Eu, depois de muito pesquisar, optei por não fazer o "bate-volta" pois li que era muito cansativo e pouco interessante, então ao invés de comprar o voo saindo de Bangkok para Chiang Mai, peguei um voo direto para Chiang Rai, pernoitei na cidade e no dia seguinte, logo cedo, conheci famoso Wat Rong Khun(Templo Branco) e à tarde peguei um ônibus direto para Chiang Mai.
SOBRE O WAT RONG KHUN (Templo Branco)
O Wat Rong Khun mais conhecido como Templo Branco é um dos principais templos da Tailândia. Ao contrário da maioria dos templos turísticos do país, que são históricos e antigos, o Templo Branco é uma construção moderna e começou a ser erguido em 1998 e só será concluído em 2070.. Ele foi projetado por um artista local, Chalermchai Kositpipat, para ser tum templo tanto budista quanto hinduísta.
O exterior do templo é pintado de branco e cravejado de pedaços minúsculos de vidro. O gesso branco simboliza a pureza do Buda, enquanto os pedaços de vidro representam sua sabedoria. Ainda na parte externa, podemos ver duas esculturas representando o “portão do paraíso”: são estátuas com uma expressão bem forte e realística. Há uma ponte que liga a área externa ao templo, e ao atravessarmos essa ponte vemos crânios, mãos e figuras de demônios. Tudo isso representa a transição do inferno (o início da ponte) até o Nirvana (no caso, o templo), a partir da existência terrena (a ponte).
COMO VISITAR O TEMPLO BRANCO
O Templo está aberto das 6h às 17h, e a entrada custa 50 baths (5 reais)
O Templo Branco não fica dentro da cidade de Chiang Rai, fica a meia hora do centro da cidade. E ali mesmo, no centro, há o transporte local pode ser combinado o valor para o motorista levar e esperar. Ele fez a 300 baths (30 reais) 4 pessoas.
Chiang Mai - 2 dias na segunda maior cidade da Tailândia.
Quando estava montando o roteiro para o sudoeste asiático, fui completamente cativada com o fato de conhecer Chiang Mai. Bem diferente do caos de Bangkok e da badalação das cidades de praia, Chiang Mai, no norte da Tailândia, apesar de ser a segunda maior cidade da Tailândia, tem a cara e o clima de interior. Uma atmosfera zen, contato com a natureza, templos, cultura e história.
Como em tantos outros lugares que tive o prazer de conhecer durante a viagem, com certeza ficaria mais dias na cidade e exploraria mais o que, com certeza, Chiang Mai tem para oferecer.
Nos hospedamos no hotel "Chiang Mai Night Bazar" localizado exatamente na esquina do Night Bazar. Gente receptiva e hotel charmoso, a cara da Tailândia.
Dia 1 - Patara Elephant Farm
O ponto alto da nossa estadia em Chiang Mai era o passeio com elefantes. Contactei ainda no Brasil O "Patara Elephant Farm" (É interessante agendar antes, pois a procura é alta e as vagas por dia são limitadas). Muito mais que um passeio com elefantes, a Patara Elephant Farm, em Chiang Mai, é uma reserva que proporciona um dia completo em contato com os animais e com a natureza. Pesquisei bem antes de escolher o lugar onde eu passaria dia com esses animais incríveis, pois muitos deles maltratam os elefantes, que servem apenas de atração para turista.
Você tem duas opções de passeio. O de 6 a 8 horas (380,00 reais) e de 4 a 5 horas (580 reais). Escolhi o segundo por ser mais barato e também porque eu não teria muito tempo na cidade. Mas acredito que foi o suficiente. A empresa te busca no hotel e te leva para a reserva que fica a uns 40 km. Eles começam falando do objetivo da reserva que é de resgatar e cuidar dos elefantes que sofrem maus tratos. Depois interagimos com os os elefantes, damos comida e banho neles no rio. E no fim, voltamos para a base com os animais. Sempre com muito cuidado e carinho.
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Dia 2 - Tribo das Mulheres Girafas (Long Neck Village)
As mulheres da tribo Karen são famosas por acumular argolas pesadas ao redor do pescoço, antebraços e canelas. Na verdade trata-se de um assentamento de refugiados. Originários do Myanmar (antiga Birmânia), o povo dessa tribo foi tão perseguido por questões étnicas que muitos deles resolveram abandonar seus lares e fugir. Hoje existem cerca de 40 mil pessoas da tribo e parte desse povo vive em pequenos pedaços de terra distribuídos pela Tailândia. Como são refugiados, apenas alguns poucos homens podem sair dali. O restante não pode deixar o acampamento para trabalhar, estudar ou passear.
Existem diversas teorias sobre o real motivo de apenas as mulheres usarem as argolas. Algumas dizem que seria para embelezar as mulheres e outras que o uso dos colares começou para proteger dos ataques de tigres. Porém, a maior razão pela qual as mulheres Karen continuam alongando seus pescoços, braços e pernas até hoje é bem simples: a tradição!
A tribo fica um pouco afastada da cidade, a melhor forma de fazer visita talvez seja com um tour contratado, mas como tínhamos pouco tempo, contratamos um "uber" para os levar e esperar para voltar. A entrada para visitar a tribo custou 500 baths (50 reais). Confesso que fiquei dividida entra "financiar" um turismo e não concordo, mas ao mesmo tempo me vi ajudando pessoa que dependem da venda de seu artesanato para sobreviver.
O TEMPLO DA MONTANHA (Wat Phra That Doi Suthep)
Uma outra atração imperdível de Chiang Mai é o "Wat Phra That Doi Suthep" conhecido como o Templo da Montanha. Fica um pouco afastado da cidade, 15km do centro e você pode visitá-lo em tour guiados, ou por conta própria.
Conta a história que um monge chamado Sumanathera teve o sonho, que o dizia para procurar, na área remota de Pang Cha, uma relíquia. Ele o fez e encontrou um osso, que se acreditou pertencer ao próprio Buda. Ele o levou ao rei Dhammaraja, que governava Sukhotai, mas as propriedades mágicas esperadas do artefato não se manifestaram e assim a história caiu em descrédito.
O rei Nu Naone, governante do reino de Lanna, região que hoje corresponde a Chiang Mai, porém, ao tomar conhecimento dos acontecimentos, pediu permissão para ver a relíquia e, em sua presença, ela se dividiu em duas partes, atestando assim seus poderes. Uma delas, foi consagrada em um templo em Sukhotai. A outra, foi deixada nas costas de um elefante branco, que foi liberado na selva e correu até o topo do monte Doi Suthep, onde três sons com sua tromba e caiu morto. Isso foi considerado um presságio de que aquele seria um lugar sagrada e assim iniciou-se a construção do Wat Phra That, também conhecido como templo da montanha.
NIGHT BAZAR
O Night Bazar de Chiang Mai é o melhor lugar para comprar os tão desejados souvenirs, comer guloseimas locais e conhecer um pouco da cultura tailandesa. Nos hospedamos bem ao lado do Night Bazar, e é de fato a melhor região para ficar em Chiang Mai.
Chiang Mai é com certeza um destino imperdível para quem vai conhecer a Tailândia. Gente receptiva e simples, que preserva a cultura e tradição de seu povo. Ficaria mais dias, com certeza, para poder conhecer cada cantinho dessa cidade linda e cheia de magia.
Como em tantos outros lugares que tive o prazer de conhecer durante a viagem, com certeza ficaria mais dias na cidade e exploraria mais o que, com certeza, Chiang Mai tem para oferecer.
Nos hospedamos no hotel "Chiang Mai Night Bazar" localizado exatamente na esquina do Night Bazar. Gente receptiva e hotel charmoso, a cara da Tailândia.
Dia 1 - Patara Elephant Farm
O ponto alto da nossa estadia em Chiang Mai era o passeio com elefantes. Contactei ainda no Brasil O "Patara Elephant Farm" (É interessante agendar antes, pois a procura é alta e as vagas por dia são limitadas). Muito mais que um passeio com elefantes, a Patara Elephant Farm, em Chiang Mai, é uma reserva que proporciona um dia completo em contato com os animais e com a natureza. Pesquisei bem antes de escolher o lugar onde eu passaria dia com esses animais incríveis, pois muitos deles maltratam os elefantes, que servem apenas de atração para turista.
Você tem duas opções de passeio. O de 6 a 8 horas (380,00 reais) e de 4 a 5 horas (580 reais). Escolhi o segundo por ser mais barato e também porque eu não teria muito tempo na cidade. Mas acredito que foi o suficiente. A empresa te busca no hotel e te leva para a reserva que fica a uns 40 km. Eles começam falando do objetivo da reserva que é de resgatar e cuidar dos elefantes que sofrem maus tratos. Depois interagimos com os os elefantes, damos comida e banho neles no rio. E no fim, voltamos para a base com os animais. Sempre com muito cuidado e carinho.
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Dia 2 - Tribo das Mulheres Girafas (Long Neck Village)
As mulheres da tribo Karen são famosas por acumular argolas pesadas ao redor do pescoço, antebraços e canelas. Na verdade trata-se de um assentamento de refugiados. Originários do Myanmar (antiga Birmânia), o povo dessa tribo foi tão perseguido por questões étnicas que muitos deles resolveram abandonar seus lares e fugir. Hoje existem cerca de 40 mil pessoas da tribo e parte desse povo vive em pequenos pedaços de terra distribuídos pela Tailândia. Como são refugiados, apenas alguns poucos homens podem sair dali. O restante não pode deixar o acampamento para trabalhar, estudar ou passear.
Existem diversas teorias sobre o real motivo de apenas as mulheres usarem as argolas. Algumas dizem que seria para embelezar as mulheres e outras que o uso dos colares começou para proteger dos ataques de tigres. Porém, a maior razão pela qual as mulheres Karen continuam alongando seus pescoços, braços e pernas até hoje é bem simples: a tradição!
A tribo fica um pouco afastada da cidade, a melhor forma de fazer visita talvez seja com um tour contratado, mas como tínhamos pouco tempo, contratamos um "uber" para os levar e esperar para voltar. A entrada para visitar a tribo custou 500 baths (50 reais). Confesso que fiquei dividida entra "financiar" um turismo e não concordo, mas ao mesmo tempo me vi ajudando pessoa que dependem da venda de seu artesanato para sobreviver.
O TEMPLO DA MONTANHA (Wat Phra That Doi Suthep)
Uma outra atração imperdível de Chiang Mai é o "Wat Phra That Doi Suthep" conhecido como o Templo da Montanha. Fica um pouco afastado da cidade, 15km do centro e você pode visitá-lo em tour guiados, ou por conta própria.
Conta a história que um monge chamado Sumanathera teve o sonho, que o dizia para procurar, na área remota de Pang Cha, uma relíquia. Ele o fez e encontrou um osso, que se acreditou pertencer ao próprio Buda. Ele o levou ao rei Dhammaraja, que governava Sukhotai, mas as propriedades mágicas esperadas do artefato não se manifestaram e assim a história caiu em descrédito.
O rei Nu Naone, governante do reino de Lanna, região que hoje corresponde a Chiang Mai, porém, ao tomar conhecimento dos acontecimentos, pediu permissão para ver a relíquia e, em sua presença, ela se dividiu em duas partes, atestando assim seus poderes. Uma delas, foi consagrada em um templo em Sukhotai. A outra, foi deixada nas costas de um elefante branco, que foi liberado na selva e correu até o topo do monte Doi Suthep, onde três sons com sua tromba e caiu morto. Isso foi considerado um presságio de que aquele seria um lugar sagrada e assim iniciou-se a construção do Wat Phra That, também conhecido como templo da montanha.
NIGHT BAZAR
O Night Bazar de Chiang Mai é o melhor lugar para comprar os tão desejados souvenirs, comer guloseimas locais e conhecer um pouco da cultura tailandesa. Nos hospedamos bem ao lado do Night Bazar, e é de fato a melhor região para ficar em Chiang Mai.
Chiang Mai é com certeza um destino imperdível para quem vai conhecer a Tailândia. Gente receptiva e simples, que preserva a cultura e tradição de seu povo. Ficaria mais dias, com certeza, para poder conhecer cada cantinho dessa cidade linda e cheia de magia.
Koh Phi Phi, 4 dias no paraíso!
Koh Phi Phi é tudo aquilo que todo mundo imagina quando se fala em Tailândia: praias com mar azul turquesa e água totalmente transparente, areia branquinha e bem fina, muitos coqueiros, clima de férias o ano inteiro, vida noturna agitada e muito, muitooo calor! A ilha fica no sul da Tailândia e faz parte do conjunto de praias paradisíacas que são banhadas pelo mar de Adaman. E uma das principais atrações de quem vai para Koh Phi Phi é conhecer a famosíssima Maya Bay, do filme “A Praia”, estrelado pelo Leonardo di Caprio.
COMO CHEGAR EM KOH PHI PHI
A única forma de se chegar em Koh Phi Phi é pelo mar. Os ferry boats saem de Phuket, Krabi e Railay Beach. Pegamos um voo de Chiang Mai/Tailândia direto para Krabi e de lá um barc para a ilha. É importante ficar de olho no horário do último ferry, saindo de Krabi, que é as 15:30. Nosso voo chegou depois desse horário e para não ter que pernoitar em Krabi, contratamos um barco "Long Tail" para nos levar até a ilha. Além de bem mais caro (o triplo), mais desconfortável e acredito que arriscado. Mas no final, como simpre, tudo deu certo e chegamos ao paraíso com um pôr-do-sol de arrepiar.
ONDE SE HOSPEDAR EM KOH PHI PHI
Essa é uma parte muito importante da viagem, Phi Phi Island é bem desenvolvida para o turismo e são infinitas as possibilidades de hospedagem lá. De hotéis 5 estrelas até albergues mais baratos.
Koh Phi Phi é composto por duas principais ilhas, a Phi Phi Don e Phi Phi Leh. A primeira é onde se concentram os hotéis, lojinhas e restaurantes. Todo esse comércio fica entre a Ton Sai e Loh Dalam Bay, a principal praia de Phi Phi Don.
O ideal é ficar hospedado próximo a região Loh Dalam Bay, pois além da praia, você também estará próximo a todos os restaurantes, mercadinhos e os bares na beira da praia, onde acontecem as festas da noite de Koh Phi Phi.
O QUE FAZER EM KOH PHI PHI
1. Passear pelo centrinho de Phi Phi Don, que está localizado entre a Ton Sai Bay e a Loh Dalum Bay – saindo do píer principal você já vai cair nele. Apesar de não ser tão grande, muitas vezes você vai se perder pelas ruelas estreitas e abarrotadas de lojinhas.
2. Relaxar e curtir na praia de Loh Dalam, que é a melhor praia para banho, onde os gringos passam o dia deitados na areia e onde à noite rolam as festas na praia com muita música, shows, DJ's e birita.
3. Passar um dia ou metade dele em Long Beach, a praia mais hippie, e mais delícia de Phi Phi. A uma caminhada de 30 min do centrinho, com uma trilha cheia de natureza e lugarzinhos especiais no caminho.
4. Curtir as baladinhas noturnas na praias de Loh Dalam, e se pintar com as famosas tintas neon.
5. Fazer uma tatuagem sagrada, Sak Yant. Feitas no sudoeste asiático há pel menos 2 mil anos. que antes eram aplicadas em guerreiros do império Khmer para trazer sorte e poderes místicos. Incorporam Salmos budistas e representações religiosas que evocam poder, proteção e benção.
Sim eu fiz a minha :)
6. Escolher um Boat Party para curtir uma festa em alto mar, e além de se divertir conhecer as principais praias próximas a Koh Phi Phi, como a Monkey Beach e a incrível Maya Bay.
A princípio no roteiro, nós iríamos contratar um "Long Tail" para um tour de 1 dia para conhecer as principais praias de Koh Phi Phi, etre elas, claro a famosa Maya Bay. O ideal é contratar o barco privado, pois assim, você pode sair num horário mais cedo e evitar multidões. Mas, quando estávamos voltando pro hotel, no dia anterior ao passeio conhecemos uma brasileira que nos ofereceu o "Party Boat" e decidimos arriscar. Fizemos o passeio com a empresa "Shipwrecked", e foi um dos dias mais incríveis da viagem. Festa, música, birita, e pra completar conhecer a incrível Maya Bay no final da tarde. Vale muito a pena o passeio e no final os valores saem quase igual a contratar o barco privativo.
O passeio ficou 2.300 baths por pessoa (230 reais). Incluindo: bebida, taxa de entrada em Maya Bay (que seria 400 baths) e lanche.
Primeira parada para conhecer a Monkey Beach. é preciso ter cuidado pois é claro que os macaquinhos são animais selvagens, é só não ultrapassar limite deles e levar comida que tudo dará certo. rsrs
A incrível sensação de estar em Maya Bay, esse lugar tem realmente uma vibe surreal.
Koh Phi Phi foi sem sobra de dúvidas um dos lugares mais incríveis que eu conheci na vida. Logo ao desembarcar na ilha já dá pra sentir a vibe diferente do lugar. Foram 4 dias no paraíso, e você pensa, o que se tem tanto para fazer em uma ilha. Eu com certeza passaria mas dias, mas como tinha outros lugares também incríveis para conhecer os quatro dias foram suficientes conhecer, viver momentos incríveis, e despertar o desejo de um dia voltar.
COMO CHEGAR EM KOH PHI PHI
A única forma de se chegar em Koh Phi Phi é pelo mar. Os ferry boats saem de Phuket, Krabi e Railay Beach. Pegamos um voo de Chiang Mai/Tailândia direto para Krabi e de lá um barc para a ilha. É importante ficar de olho no horário do último ferry, saindo de Krabi, que é as 15:30. Nosso voo chegou depois desse horário e para não ter que pernoitar em Krabi, contratamos um barco "Long Tail" para nos levar até a ilha. Além de bem mais caro (o triplo), mais desconfortável e acredito que arriscado. Mas no final, como simpre, tudo deu certo e chegamos ao paraíso com um pôr-do-sol de arrepiar.
ONDE SE HOSPEDAR EM KOH PHI PHI
Essa é uma parte muito importante da viagem, Phi Phi Island é bem desenvolvida para o turismo e são infinitas as possibilidades de hospedagem lá. De hotéis 5 estrelas até albergues mais baratos.
Koh Phi Phi é composto por duas principais ilhas, a Phi Phi Don e Phi Phi Leh. A primeira é onde se concentram os hotéis, lojinhas e restaurantes. Todo esse comércio fica entre a Ton Sai e Loh Dalam Bay, a principal praia de Phi Phi Don.
O ideal é ficar hospedado próximo a região Loh Dalam Bay, pois além da praia, você também estará próximo a todos os restaurantes, mercadinhos e os bares na beira da praia, onde acontecem as festas da noite de Koh Phi Phi.
O QUE FAZER EM KOH PHI PHI
1. Passear pelo centrinho de Phi Phi Don, que está localizado entre a Ton Sai Bay e a Loh Dalum Bay – saindo do píer principal você já vai cair nele. Apesar de não ser tão grande, muitas vezes você vai se perder pelas ruelas estreitas e abarrotadas de lojinhas.
2. Relaxar e curtir na praia de Loh Dalam, que é a melhor praia para banho, onde os gringos passam o dia deitados na areia e onde à noite rolam as festas na praia com muita música, shows, DJ's e birita.
3. Passar um dia ou metade dele em Long Beach, a praia mais hippie, e mais delícia de Phi Phi. A uma caminhada de 30 min do centrinho, com uma trilha cheia de natureza e lugarzinhos especiais no caminho.
4. Curtir as baladinhas noturnas na praias de Loh Dalam, e se pintar com as famosas tintas neon.
5. Fazer uma tatuagem sagrada, Sak Yant. Feitas no sudoeste asiático há pel menos 2 mil anos. que antes eram aplicadas em guerreiros do império Khmer para trazer sorte e poderes místicos. Incorporam Salmos budistas e representações religiosas que evocam poder, proteção e benção.
Sim eu fiz a minha :)
6. Escolher um Boat Party para curtir uma festa em alto mar, e além de se divertir conhecer as principais praias próximas a Koh Phi Phi, como a Monkey Beach e a incrível Maya Bay.
A princípio no roteiro, nós iríamos contratar um "Long Tail" para um tour de 1 dia para conhecer as principais praias de Koh Phi Phi, etre elas, claro a famosa Maya Bay. O ideal é contratar o barco privado, pois assim, você pode sair num horário mais cedo e evitar multidões. Mas, quando estávamos voltando pro hotel, no dia anterior ao passeio conhecemos uma brasileira que nos ofereceu o "Party Boat" e decidimos arriscar. Fizemos o passeio com a empresa "Shipwrecked", e foi um dos dias mais incríveis da viagem. Festa, música, birita, e pra completar conhecer a incrível Maya Bay no final da tarde. Vale muito a pena o passeio e no final os valores saem quase igual a contratar o barco privativo.
O passeio ficou 2.300 baths por pessoa (230 reais). Incluindo: bebida, taxa de entrada em Maya Bay (que seria 400 baths) e lanche.
Primeira parada para conhecer a Monkey Beach. é preciso ter cuidado pois é claro que os macaquinhos são animais selvagens, é só não ultrapassar limite deles e levar comida que tudo dará certo. rsrs
A incrível sensação de estar em Maya Bay, esse lugar tem realmente uma vibe surreal.
Koh Phi Phi foi sem sobra de dúvidas um dos lugares mais incríveis que eu conheci na vida. Logo ao desembarcar na ilha já dá pra sentir a vibe diferente do lugar. Foram 4 dias no paraíso, e você pensa, o que se tem tanto para fazer em uma ilha. Eu com certeza passaria mas dias, mas como tinha outros lugares também incríveis para conhecer os quatro dias foram suficientes conhecer, viver momentos incríveis, e despertar o desejo de um dia voltar.
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