O que fazer em Playa del Carmen

Playa del Carmen está cerca de uma hora de carro de Cancún, muitos fazem um bate e volta só para conhecer a cidade, mas se você tem mais dias e vai conhecer alguns parques da Riviera Maya, super indico se hospedar na badalada e hospitaleira "Playa" (para os íntimos). Como falei no post Atrações e hospedagens em Cancún e Playa del Carmen a maioria das atrações estão mais próximas a Playa del Carmen, perdendo assim menos tempo com transporte. 

Tão próximas e tão diferentes, Cancún e Playa del Carmen. Cancun é luxo, Playa Del Carmen é simplicidade. Cancun é resort, Playa é pousada. Cancun é EUA (eu sei que não é, mas é que toda aquela magnitude me lembra o exagero dos norte americanos), Playa é México. 

E como já falei anteriormente... APAIXONEI POR PLAYA. Acolhedora, simples, praieira, boa "vibe", mochileiros, baladeira, boa gastronomia, artesanato. Com certeza voltaria pra curtir mais a cidade, já que devido a quantidade de atrações que visitei, não tive muito tempo para curtir a "vibe" dela. 

E o que falar da 5ª avenida. Seus bares, sua vida noturna... e a famosa "Calle 12" a rua das baladas. 
Tá bom, chega, juro que vou começar a falar do roteiro. :)

Dia 5... Playa del Carmen, conhecer a cidade

Saímos de Cancún em direção a Playa. Fechamos a diária no hotel e na avenida pegamos o ônibus R1 (por 1 dólar ou 10 pesos mexicanos) e seguimos para o centro e para a Rodoviária para pegar ônibus da ADO, empresa que faz o transporte entre Cancún e Playa del Carmen. 
O ônibus sai de hora em hora e custa apenas 60 pesos mexicanos, cerca de 17 reais. 

Terminal da ADO na rodoviária de Cancún. Pode deixar para comprar a passagem na hora sem problemas. 

Obs.: Há outros ônibus locais, mas digamos que esse é mais confortável e seguro. E super barato. 

Chegamos em Playa, e o termial rodoviário lá fica exatamente na 5ª avenida, pedimos informação sobre o hostel (Hospedagem em Cancún e Playa) e andamos apenas meia quadra até ele. Largamos as malas e corremos para conhecer a cidade. 

5ª Avenida

Orla e Praça principal da cidade

Señor Frog's - Uma rede de bares em todas as partes do litoral mexicano. Muito legal, interação total e super temático. 

P.s. Fomos as últimas a sair do bar, praticamente expulsas. (vergonha)


Gastos do dia: Passagem de ônibus Cancún / Playa del Carmen : 60 pesos mexicanos.

Dia 6. Playa del Carmen/ Xplor Parque de aventura.

O Parque Xplor, é um parque de esportes de aventura, é um dia realmente de riso e gritos. Está localizado a poucos minutos de Playa del Carmen, e a entrada custa em média U$130 dólares. Esse valor inclui o almoço, os equipamentos necessários para praticar alguns dos esportes e inclui também o transporte ida e volta do parque. 

OBS.: Preparei um post com dicas específicas dos três parques da Riviera Maya, é só clicar no link  >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> Parque da Riviera Maya XPlor, XCaret e Xel-Há.


Dia de aventura. 

Dia 7: Playa del Carmen / Tulum e Cobá (Como chegar a Tulum e Cobá)

Esse dia realmente decidimos fazer tudo independente, sem empresas, sem conforto e gastando o mínimos possível. A princípio eu iria fazer Tulum e alguns Cenotes próximos, mas fiquei "com receio" de não conseguir aproveitar nenhum dos dois de verdade. Então dividi os dias das ruínas e cenotes. Sendo assim, além de Tulum, incluí Cobá no roteiro. 

Tulum  e Cobá são dois sítios arqueológicos Mayas que preservam a história e cultura de seu povo através das ruínas de seus templos e de suas cidades. 

Pedi informação no hostel de onde eu poderia pegar as Vans que levavam até Tulum, que fica a cerca de 30 min de Playa del Carmen. Então na rua 2, apenas 4 quadras de onde estávamos fomos em busca da van.
São várias e são utilizadas pela população local para se locomover entre as cidades. E param onde você pedir no caminho. Então ao entrar já fala para o motorista onde pretende descer "Ruínas de Tulum". 

Ps. Não façam como nós, que demos bobeira e passamos da entrada (dãããã!)

Chegamos na entrada do sítio e caminhamos um pouco até a portaria principal, antes disso te oferecem os serviços, como mergulho (Tulum é a única ruína com o mar como paisagem), passeio guiado. Aí fica a critério de cada um. Não tínhamos tempo para fazer o mergulho, pois ainda iríamos para Cobá. 

Compramos a entrada normal para o sítio (65 pesos mexicano) e fomos desbravar as ruínas. Em todas tem textos explicativos, para qume não optar por guia.


Ruínas de Tulum 

                                 
Ruínas e o mar

Depois de visitarmos Tulum, seguimos em direção à nossa aventura para chegar a Cobá. 
Em primeiro lugar não tem muito transporte que leve a Cobá. Poucos horários de ônibus da ADO, e como deixamos para fazer depois de Tulum, ficou um pouco tarde. Encontramos mais dois mochileiros costarriquenhos que também estavam indo para lá e nos juntamos para pegar um táxi. Que ficou 75 pesos mexicanos para cada. O taxista nos informou que havia apenas um ônibus voltando às 7h da noite, resolvemos arriscar. 

Dica. : Cobá fica a 40 min de carro de Tulum, e se você quiser fazer as duas cidades no mesmo dia, eu aconselho que vá primeiro a Cobá. Chegando em Tulum pegar um carro direto para lá, pois quanto mais tarde ficar, mais difícil vai ser de conseguir transporte. E os taxistas sabem disso e costumam explorar o turista, que sem opção vai acabar pegando um táxi, no preço que eles quiserem. 

Na volta, já umas 5h da tarde foi o que aconteceu conosco, paramos num posto policial e eles disseram que não teria horário certo para ônibus e que esperássemos ali. Por sorte conseguimos uma carona (crianças, não façam isso), que nos deixou em Tulum e de lá, voltamos nas Vans, para Playa del Carmen (ufa!)

Ps.: A melhor maneira de visitar as duas cidades, sem guia, é realmente alugando um carro. 

 Pirâmide Nohoch  Mul (Pirâmide Grande). São 120 degraus ingrimes de subida e uma vista espetacular. A pirâmide de Cobá é a única ruína que o turista pode subir. 
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Aqui do alto. 

Gastos do dia:
Van Playa - Tulum : $ 40 pesos mexicanos
Entrada em Tulum:  $ 65 pesos mexicanos
Taxi Tulum - Cobá : $ 75 dólares
Entrada em Cobá     $ 65 pesos mexicanos
Van Tulum- Playa   $ 40 pesos
Transporte Cobá - Tulum (Caroninha) :)

Dia 8: Playa del Carmen/ Xcaret Reserva Ecológica

Segundo parque escolhido, Xcaret . Na verdade o Xcaret é uma reserva ecológica, gigantescaaaaa. E o diferencial do parque é que ele mistura natureza com cultura. Suas atrações vão até as 9h da noite, com apresentações folclóricas mexicanas, e um pouco da história da cultura Maya. É uma estrutura fantástica, e é tão grande , que é impossível conhecer todas as atrações em um só dia. 

OBS.: Preparei um post com dicas específicas dos três parques da Riviera Maya, é só clicar no link  >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> Parques da Riviera Maya: XPlor, Xcaret e Xel-Há




Dia 9. Playa del Carmen/ Cenotes "Jardín del Éden" e "Dos Ojos". 

Dia reservado, exclusivamente, para conhecer e desfrutar dos Cenotes Mexicanos.  confesso que é uma difícil escolha, pois são vários deles espalhados pela estrada entre Playa del Carmen e Tulum.
Pedi informação e dicas no Hostel 3B, de qual o pessoal de lá mais gostava, qual era o mais lindo eles me indicaram o Cenote "Jardín del Éden".  Eu também havia lido bastante antes, e o Cenote dos Ojos, junto com o Grand Cenote eram os mais visitados. Então como o dia não daria para conhecer todos, escolhi dois. 

O primeiro, no caminho até Tulum é o "Jardín del Éden". Então saímos em direção a Rua2, aquela que pegamos a Van até Tulum e tomamos mais uma vez a Van, mas desta vez pedimos ao motorista para parar no Cenote.

Chegando no cenote, da entrada "bilheteria" até ele andamos uns 300 metros. E o valor da entrada custou 100 pesos mexicanos. 

E valeu cada centavo, o lugar é realmente fantástico, uma natureza exuberante, um verdadeiro paraíso. 

Difícil escolher uma só foto desse paraíso. 
















Aproveitamos pela parte da manhã, a "vibe" incrível desse lugar e renovamos as energias. Submos de volta s 300 m até a estrada e lá mesmo pegamos a van com direção ao segundo Cenote escolhido do dia, o Cenote "Dos Ojos"

 O Cenote "Dos Ojos" é um dos mais visitados do México. O acesso a ele é por uma estrada de terra e tem cerca de 3km. A van deixa apenas na primeira entrada, e logo quando desce tem diversas empresas de turismo oferecendo passeio com mergulho por 500 pesos mexicanos. Aí a escolha é pessoal. Você também pode comprar apenas a entrada que custa 200 pesos e conhecer  Cenote livremente. 

Descemos os 3km de estrada de terra de carona (crianças não façam isso) e compramos a entrada livre na entrada do Cenote. Lá mesmo almoçamos num dos dois restaurantes da entrada. 

Como já fomos na parte da tarde, os sol já não estava iluminando tanto as cavernas do Cenote, o que não diminuiu sua beleza,  a água é sempre um pouco fria, mas é de uma energia inexplicável.

Cenote dos Ojos

 Cenote Dos Ojos

Cenote Dos Ojos

Depois de curtir o segundo Cenote, voltamos para a estrada e pegamos uma van voltando para Playa del Carmen, aproveitar o nosso último dia nessa cidadezinha maravilhosa e no dia seguinte pegar um Ferry com destino a Cozumel e passar uma noite na ilha.

Gastos dos dia:
Van Playa del Carmen - Cenote Jardín del Éden : $35 pesos mexicanos
Entrada Cenote Jardín del Éden > $100 pesos mexicanos
Van Cenote Jardín del Éden - Cenote Dos Ojos  > $30 pesos mexicanos
Entrada Cenote Dos Ojos >  $200 pesos mexicanos
Van Cenote Dos Ojos - Playa del Carmen > 40 pesos mexicanos.

Cancún e Playa del Carmen. Atrações e Hospedagem.


"Hola" pessoal!!! Voltei de mais uma viagem fascinante e a realização de mais um sonho. Quem me acompanha pelas redes sociais já viu um pouco de tantos lugares fabulosos pelos quais passei. Foram 12 dias intensos com um Réveillon no meio.
Sempre tive uma enorme vontade de conhecer o Caribe mexicano, mas sempre me assustei com a ideia de Cancún ser conhecida como o Balneário americano, sendo assim ter um alto custo. E, realmente, os americanos dominam essa parte do litoral mexicano, tanto pela proximidade, como pela valorização de sua moeda. Pela primeira vez em uma viagem conheci ou encontrei pouquíssimos brasileiros. 

Muitas pessoas se surpreenderam com a diversidade de atrações em Cancún e redondezas, e com certeza Cancún não se resume apenas as suas encantadoras praias, de areia branca e mar azul (suspiros!). Há ainda na região da Riviera Maia outras belezas naturais como os Cenotes (apaixonante), as belas ilhas de Cozumel e Isla Mujeres, uma vida noturna muito agitada e os diversos parques temáticos. Além da cultura Maia, preservada pelos seus povos através dos sítios arqueológicos de Tulum, Cobá e o mais importantes de todos, eleito uma das sete maravilhas do mundo moderno, Chichen Itza, um pouquinho mais afastado que os outros.

Tentei dividir meu roteiro pelas proximidades já que eu iria passar metade da viagem em Cancún e a outra metade em Playa del Carmen, que confesso, ganhou meu coração disparado. 

Playa del Carmen é uma outra cidade praieira do Caribe mexicano, a cerca de 70km de Cancún. Muito mais acolhedora, com uma vida noturna super agitada, além de estar mais próxima das diversas atrações turísticas, dos parques temáticos, dos Cenotes,  das ruínas históricas, e muito importante, com um custo bem menor que em Cancún.


Através desse mapa dá pra ter um ideia da localização dos parques (Xcaret, Xel-Há e Xplor), sítios arqueológicos (Tulum e Cobá) e ilhas (Cozumel e Isla Mujeres). E a aproximação de cada um entre Cancún e Playa del Carmen.

Então, dividi bem meus dias quando estava em Cancun visitei: Isla Mujeres e Chichen Itza. E quando estava em Playa del Carmen visitei os sítios arqueológicos e os parques temáticos, além de ir para a Ilha de Cozumel.

Vou explicar detalhadamente meu roteiro nos próximos posts.

Onde se hospedar em Cancun


Meu "mochilão de rodinhas" dessa vez não foi bem um "mochilão", mas foram doze dias intensos pelo litoral mexicano, me deparando com paisagens e praias incríveis. Dessa vez decidi abrir mão do meu lado alberguista e me entreguei as delícias do conforto dos lindos hotéis e Resorts de Cancún (que sacrifício :).)  

Na verdade eu bem que tentei ficar em Hostel, mas como reservei um pouco tardiamente, não tinha mais opções de Hostel na Zona Hoteleira. E, definitivamente, é imprescindível se hospedar nela, pois o centro de Cancún fica a 10km da praia e o acesso a elas é praticamente todo através dos hotéis e Resorts. Lembrando que muitos Resorts tem a opção de ser all inclusive, ou não, o que também pode baratear mais a hospedagem.  Então vai da escolha e bolso de cada um.  

A Zona Hoteleira é uma faixa de terra com cerca de 30 km, com mar dos dois lados e onde estão localizados os melhores hotels de Cancún. 

Eu escolhi o Hotel, Krystal Cancún pois o custo benefício para mim foi o ideal, e sua localização perfeita, pois é bem ao lado das boates e festas, economizando assim no táxi. Nos primeiros dias optamos apenas pelo café da manhã, pois não iriamos ficar muito tempo no hotel, nos últimos dois dias que voltamos para Cancun, e não tinha mais nenhum passeio programado, apenas curtir o hotel e "descansar" optamos pelo serviço all inclusive. 

Piscinas do Hotel

Piscinas do hotel

Bangalôs do Hotel

Me sentindo em Bali. :)

Dica de Hostel na Zona Hoteleira de Cancun: Hostel Cancunn Natura

Onde se hospedar em Playa del Carmen.

Playa del Carmen junto a Cancun é um dos hits do turismo Mexicano, localizada a 1h de carro de Cancún, é uma cidadezinha com uma atmosfera mais hippie, mais alternativa. Já falei aqui que me apaixonei pela cidade. Além do que mais próximo a ela estão as diversas atrações turísticas da Riviera Maia.

A 5ª avenida é o coração de Playa del Carmen, lá se encontram os restaurantes, as lojas as pessoas. Seja dia, ou noite, tudo acontece na 5ª avenida. Portanto na hora de procurar uma hospedagem procure sempre um hotel, ou hostel mais próximo da 5ª avenida e você não precisará se preocupar com transporte na cidade.

Em Playa del Carmen eu me hospedei no Hostel 3B Cheap & Chiq, localizado na Avenida 10. Ou seja, uma quadra da 5ª avenida, é que lá os blocos de avenida são medidos de cinco em cinco. Procurei e reservei o hostel pelo Booking.com, sempre priorizando a localização e boas recomendações dos hóspedes em relação a limpeza e o mínimo de conforto. Além também de ser um hostel bem badalado. Gostei muito, mas quem procura um pouquinho mais de tranquilidade, é melhor optar por outra hospedagem.

Recepção do Hostel

Área livre do Hostel

Quartos compartilhados e lockers para guardar as malas.

Onde se hospedar em Cozumel

Cozumel é uma ilha mexicana na costa da Riviera Maia com praias paradisíacas e um mar perfeito para mergulho. É um destino turístico muito frequentado por quem visita Cancún e Playa del Carmen e que também recebe turistas de navios de cruzeiro, ou que chegam na ilha de avião.

Para chegar à ilha é preciso pegar um Ferry em Playa del Carmen, de  Cancun não tem transporte para a ilha, de toda forma é preciso ir para Playa e pegar o Ferry. (explicarei melhor nos próximos posts)

O fato de muitos turistas chegarem à ilha de navio torna o preço dos hotéis um pouco mais barato, pois a maioria dos turistas dormem no navio, o que diminui a procura por hospedagem na ilha. Devido a isso, também optei por um hotel mais confortável, já que o preço da hospedagem era mais "amigável". 

Escolhi pelo custo benefício o Hotel & Resort Cozumel, pelas fotos do hotel pensei que ele era localizado à beira mar, mas na verdade o restaurante do hotel é que ficava à beira mar do outro lado da rua. E também referente a localização e distância do porto, ficava 40 min caminhando, o que também não gostei muito, pois economizar com táxi é primordial. Fora esses dois detalhes o hotel foi ideal, menos mal que só passamos uma noite hospedadas nele. 


Hotel & Resort Cozumel



A escolha da hospedagem é algo muito pessoal, vai de acordo com o que você procura no local que visita, e do quanto você está disposto a pagar. É importante antes de tudo, pesquisar bem em sites específicos de hospedagem, observando sempre a localização e a opinião de pessoas que já estiveram no local. Sempre me guio muito, antes de escolher onde me hospedar pelo Booking.com e também pelo Tripadvisor, que são sites bastante confiáveis e com opinião de hospedes do mundo inteiro.




















As Sete Maravilhas do Mundo Moderno.

Você sabia que em  2007, uma nova lista de obras grandiosas construídas pelo homem foi feita? Foram eleitas por um concurso informal organizado pela New Open World Foundation. Denominadas agora como "As sete maravilhas do mundo moderno". Um novo conjunto de obras dignas de serem listadas, assim como foi feito pelos gregos com "As sete maravilhas do mundo antigo". Das maravilhas do mundo antigo, a única que ainda existe é "As Pirâmides de Gizé", localizada no Egito. Todas as outras seis, foram destruídas, não resistiram ao tempo, ou as ações do homem.

O objetivo é manter viva na memória a beleza e grandiosidade dessas obras, além claro de aumentar o interesse turístico. 

1. Coliseu (Roma/Itália) 

O Coliseu é o principal símbolo de Roma, também conhecido com Anfiteatro Flaviano. Foi palco de lutas entre gladiadores e massacres de cristãos. Foi construído em 70 d.C. E é uma das maiores construções do império Romano. Era utilizado para apresentações de espetáculos para a população. Fato pouco conhecido sobre a admirável arquitetura é que o Coliseu foi a maior máquina de morte que já existiu. Debaixo da arena havia catacumbas nas quais estavam presos diversos animais selvagens, como leões, tigres e outros. Esses animais eram levados à arena com a ajuda de sofisticados mecanismos de elevadores com roldanas e portinholas. Desse modo, aqueles que estavam se “apresentando” nunca sabiam que animal surgiria e nem onde. Milhares de pessoas foram mortas por diversão nos 500 anos de utilização do Coliseu. Atualmente é usado pela Igreja Católica como ponto final da Via Sacra guiada pelo Papa todas as Sextas-Feiras Santas.  Localiza-se no centro de Roma, na Itália, com 48 metros de altura e estimativa de capacidade original de cerca de 50 mil pessoas.

Julho/2015

2. Machu Picchu (Peru)

Machupicchu, a cidade perdida dos Incas. Foi construída no século XV  significa em quichua, Machu Picchu significa - A Velha Montanha". Localizada no topo de uma montanha na Cordilheira dos Andes,  a 2400 metros de altitude , no vale do rio Urubamba, atual Peru. A cidade hoje é o principal símbolo do império Inca. A zona agrícola é onde se localizam os terraços para plantação e recintos de armazenagem de alimentos, além de conter os mecanismos de utilização da água de modo a irrigar todos os terraços em sequência; a zona urbana é onde existem as ruínas de edificações erguidas brilhantemente sobre pedras cuidadosamente esculpidas para se obter um encaixe perfeito entre elas. Uma das teorias sobre a destruição das cidades incas envolve a raiva provocada nos conquistadores espanhóis ao verem cidades de povos “inferiores” tão bem construídas e pavimentadas, sendo que até a própria capital espanhola, Madri, à época, só possuía estradas de terra e era obsoleta. Atualmente, Machu Picchu é aberta ao público para visitação, porém, é preciso quase que uma peregrinação para se chegar lá, já que é muito isolada de qualquer outra cidade peruana. 

Janeiro/2015

3. Cristo Redentor (Rio de Janeiro)


O "nosso" Cristo Redentor, localizado na cidade maravilhosa, o Rio de Janeiro. Mede 38 metros e foi construído sobre o morro do Corcovado. É o maior símbolo da cidade carioca e um dos principais cartões postais brasileiro e é também um símbolo do cristianismo brasileiro. Sem dúvida é o símbolo mais famoso do país internacionalmente. A imagem retrata Cristo de braços abertos, como se estivesse abraçando ou acolhendo todos os que estão na cidade maravilhosa. Sua pedra fundamental foi lançada em abril de 1922, mas a inauguração da obra só se deu em 12 de outubro 1931, dia da padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, sob o governo “provisório” de Getúlio Vargas. Atualmente é possível visitar a estátua apenas com carros autorizados ou com o transporte de uma linha férrea e vans que levam os turistas até o alto do morro. Em 2007 foi incluída na lista das maravilhas modernas.


O Cristo Redentor no Morro do Corcovado, Rio de Janeiro -(Janeiro/2015)

4. Chichén Itzá (México)

Chichén Itza é a cidade arqueológica Maia. Localizada na província mexicana de Yucatã, a 3h de Cancún. e era o centro político e econômico da civilização pré-colombiana. A estimativa sobre a data de fundação gira em torno de 435 e 455 a.C., e guarda os segredos da cultura maia.  Seu nome significa “pessoas que vivem à beira da água”. Foi abandonada em 670 e reconstruída 300 anos mais tarde. Após ser conquistada por um rei tolteca, importante povo da região, a cidade foi convertida na capital do Império, trazendo desenvolvimento econômico para a área por meio da extração de ouro e outros minerais. A cidade é composta em sua estrutura pela pirâmide de Kukulkan, o Templo de Chac Moon, a Praça das Mil Colunas e o Campo dos Jogos dos Prisioneiros. Essas construções têm grandes simbolismos, sendo para adoração aos deuses ou palco de sacrifícios, nos quais, por exemplo, a vítima tinha seu coração arrancado ainda pulsando de seu peito para que os deuses não se enfurecessem e continuassem a colaborar com a colheita, entre outros. A cidade foi considerada Patrimônio Mundial da Unesco em 1988. Milhares de turistas visitam diariamente.  

 Janeiro/2016 - O Castelo de Kukulkan em Chichén Itzá


Muralha da China (China)

A Grande Muralha é um conjunto de muralhas construídas por diversas dinastias chinesas no período entre o ano 220 a.C. e o século XV. Sua extensão é de 21.196 Km, com uma altura aproximada de sete metros. Foi construída para defender a China das investidas mongóis. Por se tratar de várias edificações reunidas, suas características são diferentes em alguns locais. O famoso mito de que a estrutura podia ser vista do espaço foi desmentido em 2004, quando um astronauta chinês verificou da órbita da Terra que não era possível enxergá-la. A NASA relatou que aquilo que é visto do espaço trata-se do curso de um grande rio que corta a China. Outra lenda diz que foi a muralha erguida sobre os corpos dos operários que morreram no decorrer da construção. foi sendo aprimorada durante várias dinastias. Se no passado sua função era apenas defensiva, hoje ela funciona como um importante ponto turístico da China e é uma das atrações mais procuradas do país.


A Muralha da China, fortificação militar localizada no norte do país



As Ruínas de Petra (Jordânia)

Essas incríveis ruínas arqueológicas são os restos da antiga capital do reino Nabatean. Elas ficam próximas do Monte Hor e do Deserto de Zin. Em grego, “petra” significa “pedra”, uma vez que foi esculpida e construída em uma. Petra é um importante enclave arqueológico da Jordânia, no Oriente Médio. Sua ocupação remonta o ano de 1200 a.C. A cidade prosperou durante os Impérios Romano e Bizantino, mas dois terremotos devastaram-na, sendo o segundo em 551 d.C.

Templo encravado em rocha na cidade de Petra, Jordânia


Taj Mahal (Índia)

O Taj Mahal é um mausoléu situado em Agra, pequena cidade da Índia, e construído entre 1630 e 1652. Ele é feito de mármore branco, e diz a lenda que por ordem do imperador Shah Jahan, em memória de sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam, qe morreu ao dar a luz ao se 14º filho. O Taj Mahal foi erguido sobre seu túmulo ao lado do rio Yamuna.  É também conhecido como uma das maiores provas de amor do mundo, contendo inscrições retiradas do alcorão e incrustado de pedras semipreciosas. Entre as lendas que rondam o lugar está uma envolve a intenção do imperador em construir outro mausoléu idêntico, porém com mármore preto na margem oposta do rio, ideia que não se concretizou. Outro mito conta que o imperador mandava cegar e decepar as mãos dos artesãos que contribuíssem para a construção para que nunca mais realizassem outro trabalho parecido. Milhões de pessoas visitam o monumento todos os anos. 
A construção, que também foi considerada Patrimônio Cultural pela UNESCO, fica na cidade de Agra.

O Taj Mahal, mausoléu localizado na Índia

E aí, você já conhece alguma ou pretende conhecer? Conheço três delas, e em janeiro conhecerei a quarta. Meu maior sonho de consumo e o Taj Mahal. Fantástico, fabuloso. Um dia...


Fonte: Wikipedia

Itália - Nápoles, Capri e Pompeia

Dia 11 na Itália - Ilha de Capri

Incluí de última hora essas cidades no meu roteiro, muita gente faz um bate e volta desde Roma, mas eu queria explorar um pouquinho mais e, claro, comer a famosa pizza de Nápoles. Então, diminui um dia em Roma e reservei hotel em Nápoles, que serviria de base para conhecer a famosa Ilha de Capri e as Ruínas históricas da cidade de Pompeia. 

Reservei o Hotel Ideal, que fica localizado na Piazza Garibaldi, exatamente em frente à estação Central de Nápoles.

Saímos de Roma às 7:30 da manhã, a viagem durou 2 horas pois não era trem de alta velocidade. Chegando em Nápoles deixamos as malas na recepção do hotel, pois ainda não estava na hora do check in e seguimos para o metrô da Praça Garibalde em direção a estação mais próxima ao porto de Nápoles, onde saem os barcos para Capri.

O valor da travessia varia de 15,00 a 19,00 euros, cada trecho, de acordo com o horário, e dura cerca de 1h.

Chegamos ao nosso destino, a famosa Ilha de Capri, mudando completamente o cenário e aumentando ainda mais o calor de 37º do verão Europeu. Meu primeiro contato com o Mar Mediterrâneo, considerado o maior mar do mundo.

Conhecemos primeiro a parte inferior da ilha, repleta de restaurantes. E para subir à ilha, há 3 formas: De táxis super fofos e conversíveis (um luxo), ônibus ou de Funicular que custa 4,00 euros ida e volta.

Táxis em Carpi. 

Funicular.

A parte superior da ilha parece coisa de outro mundo, lá você se depara com grifes que você só vê na televisão em filmes de Hollywood.

 
Chegando na parte superior da ilha, você se depara com essa vista...

Turismo de Luxo em Capri. (Só olha rsrs)

Em cada lugar que vou gosto de experimentar as especiarias do lugar, e em Capri não poderia deixar de provar a deliciosa torta caprese. 

Torta Caprese

Depois de conhecer a parte superior da ilha, descemos através do funicular e procuramos um restaurante na praia para almoçar. E apesar da riqueza do lugar os preços do almoço não fugiu do normal que estávamos pagando.

Almoçar com uma vista dessas não tem preço. 

Depois do almoço, hora de realmente desfrutar do que o lugar oferece,  mergulhar nesse mar azul, e esfriar um pouquinho o calor do verão Europeu. 

O azul do Mar Mediterrâneo

Uma delícia para refrescar e renovar as energias.

Há também a opção de fazer o passeio de barco ao redor da ilha, que passa pelos principais pontos e também pela Gruta Azul. Ou ainda alugar uma lancha e fazer um passeio mais reservado.

No fim do dia pegamos o barco de volta para Nápoles e na volta em frente ao porto, um ônibus até o hotel. 

À noite comemos a famosa pizza de Nápoles, e realmente foi a pizza mais gostosa de todas.

A cidade de Nápoles é a terceira maior cidade da Itália, e é de grande importância econômica devido ao seu porto. Mas ela não é uma cidade tão agradável para "turistar" é um pouco bagunçada e sem muitos atrativos. Ficamos nela realmente como base, para conhecer outros lugares na proximidade. 


 Dia 12 na Itália - Ruínas de Pompeia

Último dia na tália,  dia seria corrido, conhecer a cidade de Pompeia que fica a cerca de 20km de Nápoles e voltar para Roma e pegar o voo para Amsterdam, nosso último destino. A cidade de Pompéia foi destruída pelo Vulcão Vesúvio no ano de 79 d.C..

A melhor forma de chegar em Pompéia a partir de Nápoles é de trem e leva cerca de 30 min. Fizemos logo o check out no hotel, deixamos as malas no guarda volumes e fomos para a Estação Central.

Dentro da Estação Central é só seguir as placas em direção à Estação Circumvesuviana, O bilhete de trem ida e volta custa cerca de 5,00 euros e eles já vendem ida e volta. 
Há três linhas de trem na estação Circumvesuviana, a linha amarela, vermelha e azul. A linha Azul segue direto para Sorrento e é essa que passa por Pompeia. Em direção a Sorrento há várias estações com nome Pompei, a que dá acesso às Ruínas é a Estação POMPEI SCAVI - VILLA DEI MISTERI.



É só seguir as placas no metrô que levem à linha de trem Circumvesuviana.

Essa é a estação que deve descer para o acesso às ruínas de Pompeia.



Descemos na estação e seguimos em direção às ruínas, no caminho até a entrada vários "cambistas" começam a oferecer a entrada a 14, 15 euros; na entrada oficial custa 11,00 euros. Compramos nossas entradas, alugamos um áudio guia que custou 7,00 euros, pegamos o mapa e seguimos para conhecer a "Cidade Fantasma".


Entrada para as ruínas.

Ao fundo da imagem o responsável pela destruição da cidade. Vesúvio.


Conhecendo as Ruínas.

Mais uma vista do vulcão Vesúvio

Casa do Fauno.

Estátuas petrificadas encontradas em escavações nas ruínas.

Incrível. Seria o corpo de uma criança encontrado nas ruínas da cidade.

Visitamos as ruínas em duas horas, focando seus principais pontos e voltamos para a estação de trem.  No caminho de volta à estação...

Olha o tamanho do limão. (rsrs) E o suco é uma delícia. ;)

Voltamos para Nápoles pegamos as malas no hotel e seguimos para a estação Central para pegar o trem para Roma. Dessa vez, na volta o trem de alta velocidade, e ao invés de 2h horas de viagem levamos apenas uma.

Chegando em Roma, na estação, há um trem específico que leva até o aeroporto Fiumicino e custa 15,00 euros. A empresa é a Leonardo Express. Tem placas por todas as partes da estação levando até o trem. Os taxistas em frente a estão cobram 48,00 euros a viagem. 


Último dia na Itália. Um lugar apaixonante de sangue latino e cada lugar com uma peculiaridade diferente. É realmente incrível.









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Amsterdam

Chegamos a Amsterdam 1h da manhã. O nosso voo que sairia às 18h teve um "pequeno atraso" e só embarcamos às 22h. O que foi muito ruim, pois quando chegamos em Amsterdam os transportes públicos já não estavam funcionando e estava chovendo muito, então tivemos que pegar um taxi. Saiu mais caro do que alugar uma Ferrary e dar uma voltinha (rsrs). Mas como toda viagem tem seu contratempo, nada de desanimar, afinal, estávamos em Amsterdam, a cidade mais liberal do mundo.
Ficamos hospedados em um Hostel bem no Centro, onde tudo acontece, na famosa Red Light (falarei mais sobre essa preciosidade posteriormente)
Escolhi o Hotel Torenzicht pela sua localização e li muito boas recomendações pelo booking. O Hotel funciona mais como albergue, e tem banheiro compartilhado. Quem gosta de um pouquinho mais de conforto e tiver problemas com escadas, é melhor procurar outro hotel.
Meu roteiro em Amsterdam estava um pouco solto, passaríamos 3 dias, dessa vez eu não quis incluir muitos museus, queria mais curtir a "vibe" da cidade. E assim, foi o nosso dia. 
Apesar da chuva da noite anterior o dia amanheceu limpo, e uma friozinho de 17 graus. O que foi uma maravilha depois de passar tanto calor na Itália e França.
Com o nosso amigo mapa em mãos decidimos conhecer o máximo possível da cidade a pé. Primeiro destino a 5min de caminhada do hotel a Praça Dam, centro de Amsterdam. E no caminho até ela, passando pelo Red Light, inúmeros restaurantes, lojinhas de souvenir e claro os mais belos canais.
oth; text-align: center;"> Interagindo com o museu
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Elas não permitem fotografias.

Dia 3 - Amsterdam - Casa da Anne Frank, Vondelpark, 

Acordamos um pouco mais cedo para tentar visitar a casa da Anne Frank, na ilusão de que chegando lá, os turistas "preguiçosos" ainda estariam dormindo e a fila seria pequena. Doce ilusão, ela estava ainda maior que na primeira tentativa(rsrs). Mas eu não poderia voltar para o Brasil, sem conhecer de perto essa linda e triste história. 

Depois de cerca de 2h de fila, compramos a entrada (9,00 euros) e embarcamos na história de confinamento de Anne e sua família, Judeus escondidos do nazistas durante a gerra. Infelizmente eles foram traídos, dedurados e levados para os campos de concentração. De todos os 8 que estavam escondidos na casa, apenas o pai de Anne sobreviveu, e mais tarde teve acesso ao seu diário e resolveu publicá-lo. 
A casa por si só conta a história, além de vídeos e depoimentos. Não são permitidas fotografias no interior da casa. 

Depois de uma fila de 2h, a entrada da Casa Museu

Única foto tirada dentro da casa, parede falsa que dava acesso ao quarto onde eles ficaram escondidos.  Qualquer semelhança com a atriz de "A Culpa é das Estrelas" desconsiderem. rsrs



Conhecendo de perto a história dessa guerreira.


Oscar de melhor roteiro.

Depois de sair da visita, ainda com mais desejo de aproveitar a vida, alugamos uma "bike", para fechar com chave de ouro a viagem. Além do que, ir a Amsterdam e não alugar uma "bike" é como ir a Veneza e não passear de gôndola. 
O aluguel da bicicleta varia de acordo com o tempo. Alugamos por 3h, e custou 9,00 euros cada. 

Fizemos o percurso que já conhecíamos, além de, enfim, conhecer o Vondelpark, e lá estavam, os turistas se deliciando na grama, andando de "bike", aproveitando um belo sol depois de um dia de chuva.

 "Apetecia-me andar de bicicleta, dançar, assobiar, ver o mundo, gozar a minha juventude, ser livre." (Anne Frank, 24 de dezembro de 1943)



Vondelpark

Vai e procura os campos, a natureza e o sol. Vai, procura a felicidade em ti e em Deus. Pensa no que é belo e se realiza em ti e à tua volta. Sempre e sempre de novo. (Anne Frank)

Vondelpark.


 Curtimos um pouco a "vibe" incrível do lugar e tivemos que voltar, devolver as bicicletas, ir para o hotel, pegar as malas e ir para a Estação Central caminhando (sim, bem pertinho do hotel)

Pegamos um trem de volta para Paris, apenas para dormir, pois o nosso voo de volta para o Brasil sairia de lá no dia seguinte.